Na rotina condominial, boa parte dos riscos não nasce no dia do problema, nasce na contratação. Portaria, limpeza, manutenção, jardinagem e obras são áreas em que um contrato “genérico” pode virar passivo financeiro e operacional.
Boas práticas de gestão recomendam que o condomínio trate cada contratação com governança mínima:
escopo fechado (o que está e não está incluído);
SLA e rotinas (frequência, prazos, substituições);
regras de medição e aceite do serviço;
responsável técnico quando aplicável;
documentação periódica (notas, comprovantes, EPIs, certificados, vínculo formal, conforme o serviço);
cláusulas de multas, garantias e rescisão.
Sem isso, surgem pagamentos indevidos, retrabalho, conflitos com moradores, interrupções de serviço e dificuldade de responsabilizar o fornecedor. E, dependendo do caso, ainda há risco de discussões sobre obrigações acessórias e trabalhistas (recomendável revisão técnica contratual).
Seu condomínio contrata prestadores com checklist, medição e dossiê de compliance ou uma consultoria especializada poderia padronizar esse processo e evitar prejuízos recorrentes?